Marta Graham, linda homenagem do Google ao aniversário de 117 anos de nascimento da bailarina e coreógrafa americana
Marta Graham desenvolveu em seu trabalho a expressão humana na dança da forma mais densa e significativa. Sua técnica de contração e relaxamento que consistia em intensificar o dinamismo do ato corporal por meio de movimentos "bruscos e convulsivos", parece projetar o corpo para um abismo. Só que um abismo de formas, onde o gesto que principia a queda, no instante seguinte nos ampara. Qualquer semelhança com a vida, não é mera coincidência.
No ensejo, Graham em vários momentos, imortalizada pelas lentes da fotógrafa Barbara Morgan.



Festival Bennington College, 1938

El Penitente, with Cunningham and Hawkins, 1940

Frontier, 1935

American Provincials, 1935

Lamentation, 1935

Every Soul is a Circus, 1940

Ekstasis (Torso), 1935

Puritan Love Duet with Eric Hawkins, 1938

Frontier, 1935
"Eu não quero ser uma árvore, uma flor, uma onda ou nuvem. No corpo de um bailarino devemos, como espectadores, tomar consciência de nós mesmos. Não devemos procurar uma imitação das ações quotidianas, dos fenômenos da natureza ou criaturas exóticas de outro planeta, mas sim alguma coisa deste milagre que é o ser humano motivado, disciplinado e concentrado.
Martha Graham.
(1894 - 1991)