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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

quarta-feira, 23 de abril de 2014

"Na significação, três coisas."

Three Studies for a Self-Portrait, Francis Bacon, 1976
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"Na significação, tal como ela é concebida desde os estóicos, há três coisas: o significante, o significado e o referente. Mas agora, se imagino uma lingüística do valor (entretanto, como edificá-la, permanecendo nós mesmos fora do valor, como edificá-la “cientificamente”, “lingüisticamente”?), essas três coisas que existem na significação não são mais as mesmas; uma é conhecida, é o processo de significação, domínio habitual da linguística clássica, que nele se detém, se mantém e proíbe que dele se saia, mas as outras o são menos. São a notificação (assento minha mensagem e assento meu ouvinte) e a assinatura (exibo-me, não posso evitar de me exibir). Por essa análise, não faríamos mais do que desdobrar a etimologia do verbo “significar”: fabricar um signo, fazer sinal (a alguém), reduzir-se imaginariamente a seu próprio signo, sublimar-se nele."
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Roland Barthes.
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domingo, 5 de setembro de 2010

A Exceção e a Regra.

Self-Portrait, Francis Bacon, 1971


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.Estranhem o que não for estranho.
Tomem por inexplicável o habitual.
Sintam-se perplexos ante o cotidiano.
Tratem de achar um remédio para o abuso.
Mas não se esqueçam
de que o abuso é sempre a regra.
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Bertolt Brecht..
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