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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Música para curar a alma: Carminho e Chico Buarque

Carolina, faixa do álbum "Chico Buarque de Hollanda Vol. 3", 1968
a regravação da cantora portuguesa é faixa do álbum "Alma", 2012
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sábado, 3 de novembro de 2012

sábado, 6 de agosto de 2011

Música para curar a alma: Chico Buarque


Se eu soubesse, Chico Buarque e Thaís Gulin, faixa do álbum "Chico", 2011
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"Mas acontece que eu sorri para ti
E aí larari larara lariri, lariri..."
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sábado, 13 de fevereiro de 2010

Confete e serpentina...


Noite dos Mascarados, Chico Buarque, Nara Leão e MPB 4
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(...) Como esquivar-se a teu Império
que é Serrano em Vila ou Mangueira,
se em mim ri aquilo que é sério,
e séria, mesmo, é a brincadeira?
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Carnaval, já não sou tão moço
para esmilinguir-me no frevo
e sair de guizo ao pescoço
(riso, quatripétalo trevo),
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Também inda não sou tão velho
que não ouça o ronco da cuíca.
E da razão o bom conselho
(má rima) não me mortifica.
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Entre duas águas, meu caro,
meio-lá-meio-cá me sinto
como um animal semi-raro
divagando no labirinto.
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Carnaval, magia do samba!
Fígado, fiscal do consumo...
Para dançar na corda bamba
tanto faz, serpentina, o rumo.
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Não fugirei para a montanha,
nem pescarei na Marambaia,
pois ante confusão tamanha,
quedemos (Posto 6) na praia,
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perto-longe da farra, ouvindo
e vendo, imaginando, enquanto
um carnaval muito mais lindo
dentro em nós eleva seu canto;
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carnaval de delícias longas
e cabriolas arlequinais,
feito de caras songamongas
se esbaldando no nunca-mais;
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carnaval antigo e futuro,
baile de outro Municipal
ou Praça 11 acesa no escuro
da saudade do carnaval.
E é o melhor de tudo, afinal.
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Carlos Drummond de Andrade.
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domingo, 29 de março de 2009

Hoje tem Tom, Chico e Neruda...

Sem Você, composição de Tom Jobim e Vinicius de Moraes
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Para dias que parecem ter 30 horas, música e poesia sempre foram-me excelentes companhias. Figuração perfeita para ruminações com sentido prático... de bônus, uma certa similitude de paz e uma certeza: Tenemos que cambiar!!
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"Muere lentamente... quien se transforma en esclavo del hábito, repitiendo todos los días los mismos trayectos, quien no cambia de marca, no arriesga vestir un color nuevo y no le habla a quien no conoce. Muere lentamente... quien hace de la televisión su gurú. Muere lentamente... quien evita una pasión, quien prefiere el negro sobre blanco y los puntos sobre las íes a un remolino de emociones, justamente las que rescatan el brillo de los ojos, sonrisas de los bostezos, corazones a los tropiezos y sentimientos. Muere lentamente... quien no voltea la mesa cuando está infeliz en el trabajo, quien no arriesga lo cierto por lo incierto para ir detrás de un sueño, quien no se permite por lo menos una vez en la vida, huir de los consejos sensatos. Muere lentamente... quien no viaja, quien no lee, quien no oye música, quien no encuentra gracia en sí mismo. Muere lentamente... quien destruye su amor propio, quien no se deja ayudar. Muere lentamente... quien pasa los días quejándose de su mala suerteo de la lluvia incesante. Muere lentamente... quien abandona un proyecto antes de iniciarlo, no pregunta de un asunto que desconoceo no responde cuando le indagan sobre algo que sabe. Evitemos la muerte en suaves cuotas, recordando siempre que estar vivo exige un esfuerzo mucho mayor que el simple hecho de respirar. Solamente la ardiente paciencia hará que conquistemos una espléndida felicidad."

Pablo Neruda 
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