domingo, 26 de maio de 2013

sexta-feira, 24 de maio de 2013

"...uma tenuíssima aparência ao engano de ser..."

The Painter on His Way to Work, Van Gogh, 1888
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Para um tempo de olhar a cor é breve 
e já no repensar foge ao momento. 
Quis ser na flor, no adeus, no rio lento, 
mas se não há memória, não se atreve. 
E mesmo no destino quase leve 
das coisas que não sofrem entendimento 
no indiferir do mundo desatento, 
flor, adeus ou rio, – a cor é breve. 
Lançando uma tenuíssima aparência 
ao engano de ser, entretecida, 
a cor, refluindo, é vã sobrevivência. 
Mal se anuncia em tons, e apenas crível 
na remontante fuga da subida 
demora azul, refeita de invisível.
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Maria Ângela Alvim.
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sábado, 18 de maio de 2013

Las metáforas...

The Thought Which Sees, René Magritte, 1965
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"La grandeza de una cultura quizás se aparezca en las metáforas que ha inventado, si es que las metáforas se inventan. Ya que todo lo que el hombre hace tiene además del sentido primario otro sentido, por lo menos, más oculto y recóndito que luego salta y se manifiesta. Y así sucede igualmente con lo que mira y discierne, con lo que fija su atención. Nada es solamente lo que es..."
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Maria Zambrano, in: Notas de un Método.
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quinta-feira, 9 de maio de 2013

"A flor flore, o colibri colibrisa e a poesia poesia."

St Matthew and the Angel, Caravaggio, 1602
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Imaginem um recanto na Lapa muito além da boêmia e dos tipos excêntricos, onde se respira poesia, é só poesia! O lugar chama-se Livraria Poesia Incompleta. Changuito, o proprietário, livreiro desses em extinção, migrou-se de Portugal para o Brasil, e trouxe na bagagem uma especificidade e qualidade jamais dedicadas ao gênero na cidade, quiça no país. O livro e a poesia tratados como objetos de arte, como verdadeiramente são. 
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Ele comentou e eu observei  não há livros seriados, as edições quase não se repetem. Então quando você se depara com Walt Whitman, Alejandra Pizarnik, Mallarmé, Rimbaud, Haroldo de Campos, Jorge de Sena, Edgar Alan Poe, Sophia de Mello Breyner, Goethe, Cummings, Szymborska, Drummond, T.S. Eliot... a impressão é de estar tendo um particular com cada um deles.
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No blog da livraria é possível visualizar parte do acervo, entrar em contato com o Changuito e, claro, adquirir poesia-relicário.
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domingo, 5 de maio de 2013

O intangível presente...

Wind From The Sea, Andrew Wyeth, 1947
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O que é impalpável
mas pesa.
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O que é sem rosto
mas
fere.
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O que é invisível
mas 
doí.
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Orides Fontela.

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quarta-feira, 1 de maio de 2013

Retrato do artista enquanto sujeito: e.e. cummings

Edward Estlin Cummings, 
poeta, ensaísta, dramaturgo e pintor americano (1894-1962)
© foto de Manuel Komroff, 1933
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"...thy unimaginable
wings, where dwells the breath
of all persisting stars."

e.e.c.
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domingo, 28 de abril de 2013

Música para curar a alma: Antony and The Johnsons


"Bird Gerhl", faixa do álbum I Am a Bird Now, 2005
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"Amor meu, a invenção constante é uma ave plena.
Mas eu não sei para que ave me dirijo."
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Maria Gabriela Llansol.
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sábado, 27 de abril de 2013

O pensamento materializado: mestres da fotografia (13)

South Sudan, Sebastião Salgado, 2006
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Chez Mondrian, André Kertész, 1926
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Couple Kissing Under the Pont au Double, Brassaï, 1935
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Hungry Greek Children, David Seymour, 1948
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Charing Cross Road, Wolf Suschitzky, 1937
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De Jordaan, Oscar van Alphen, 1957-58
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Nothing is at Home, Romualdas Rakauskas, 2009
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Untitled, Raoul Hausmann, 1931
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East 100th St. Spanish Harlem, Bruce Davidson, 1966
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HotShot Eastbound at the Laeger Drive In, O. Winston Link, 1956 
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Tableau de Wagner Dans La Vitrine de La Galerie Romi, Doisneau, 1948
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New York, Vivian Maier, 1953
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Untitled, Francesca Woodman, 1975-80 
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Na fotografia que teus olhos tornam doce
há teu rosto de perfil, tua boca, teus cabelos,
mas quando vibrávamos de amor
debaixo da maré da noite e do clamor da cidade
teu rosto é uma terra sempre desconhecida
e esta fotografia o esquecimento, outra coisa.
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Juan Gelman, Amor que serena, termina?
 Ed. Record, 2001.
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segunda-feira, 22 de abril de 2013

"Era a flor da morte. E era uma canção... tão linda que só se poderia ler dançando..."

Petite Mort, Nederlands Dance Theatre, by Jirí Kylián
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"Não nos provoca riso o amor quando chega ao mais profundo de sua viagem, ao mais alto de seu voo: no mais profundo, no mais alto, nos arranca gemidos e suspiros, vozes de dor, embora seja dor jubilosa, e pensando bem não há nada de estranho nisso, porque nascer é uma alegria que dói. Pequena morte, chamam na França a culminação do abraço, que ao quebrar-nos faz por juntar-nos, e perdendo-nos faz por nos encontrar e acabando conosco nos principia. Pequena morte, dizem; mas grande, muito grande haverá de ser, se ao nos matar nos nasce."
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Eduardo Galeano, in: O Livro dos Abraços.

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sábado, 20 de abril de 2013

"Todo anjo é terrível. No entanto, ai de mim, eu vos invoco...sabendo quem sois..."

Wings of Desire, direção de Wim Wenders, 1987
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"...Se o objeto se torna alegórico sob o olhar da melancolia, ela o priva de sua vida, a coisa jaz como se estivesse morta, mas segura por toda a eternidade, entregue incondicionalmente ao alegorista, exposta a seu bel-prazer. Vale dizer, o objeto é incapaz, a partir desse momento, de ter uma significação, de irradiar um sentido; ele só dispõe de uma significação, a que lhe é atribuída pelo alegorista. Ele a coloca dentro de si, e se apropria dela, não num sentido psicológico, mas ontológico. Em suas mãos, a coisa se transforma em algo diferente, através da coisa, o alegorista fala de algo diferente, ela se converte na chave de um saber oculto, e como emblema desse saber ele a venera..." 
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Walter Benjamin,  in: Origem do Drama Barroco Alemão.
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domingo, 14 de abril de 2013

Agenda: Polaridades, Lágrimas de São Pedro, Cantos Cuentos Colombianos, Rubem Grilo...

Línea del Destino, Oscar Muñoz, 2006
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O circuito de exposições continua em alta na cidade. As mostras "Cantos Cuentos Colombianos"  e  "O Colecionador: Arte Brasileira e Internacional na Coleção Boghici", marcam a inauguração de dois grandes espaços de arte, a Casa Daros e o Museu de Arte do Rio.
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"Cantos Cuentos" apresenta um panorama da arte colombiana contemporânea, indo de encontro a proposta da instituição, que pretende servir como ponto de encontro dos artistas que despontam no cenário cultural latino-americano.
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"O Colecionador" reúne 136 obras do acervo do marchand Jean Boghici. As peças fazem uma viagem por oito movimentos artísticos e uma centena de artistas, entre eles: Di Cavalcanti, Kandinsky, Debret, Tarsila do Amaral, Giorgio Morandi, Alexander Calder, Guignard, Maria Martins e Rubens Gerchman.
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O MAM comemora seus 65 anos de fundação com "Polaridades". O gravurista Rubem Grilo tem 123 de seus trabalhos, inclusive as primeiras xilografias, expostos no MNBA e o espaço Caixa Cultura abriga a belíssima instalação "Lágrimas de São Pedro", do jovem artista baiano Vinícius da Silva Almeida; e  importante retrospectiva do pintor Lasar Segall.
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Agende-se!!
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Cantos Cuentos Colombianos
Casa Daros
Rua General Severiano, 159, Botafogo
Qua à Sáb, das 12h às 20h; Dom, das 12h às 18h
Entrada: R$ 12,00
Até 24 de Agosto
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Lágrimas de São Pedro, Vinícius Silva de Almeida, 2005
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Vinícius S.A - Lágrimas de São Pedro
Caixa Cultural (Galeria 1)
Avenida Almirante Barroso, 25, Centro
Ter à Dom, das 10h às 21h
Entrada gratuita
Até 05 de Maio.
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Carnes, Rubem Grilo, 1986
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Rubem Grilo - A Trajetória do Artista, Aquisição de 500 Obras
Museu Nacional de Belas Artes
Avenida Rio Branco, 199, Centro
Ter à Sex, das 10h às 18h; Sáb, Dom e feriados, das 12h às 17h
Entrada gratuita
Até 05 de Maio.
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Auto-Retrato, Lasar Segall, 1933 
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Lasar Segall - Percursos no Papel
Caixa Cultural (Galeria 4)
Avenida Almirante Barroso, 25, centro
Ter à Dom, das 10h às 21h
Entrada gratuita
Até 28 de Abril
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Sol Poente, Tarsila do Amaral, 1929
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O Colecionador: Arte Brasileira e Internacional na Coleção Boghici
Museu de Arte do Rio
Praça Mauá, s/nº, Zona Portuária
Ter à Dom, das 10h às 17h
Entrada: R$ 8,00
Até 1º de Setembro.
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Mesquita III, Carlos Vergara, 2008 
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Polaridades - Coleções MAM
Museu de Arte Moderna
Avenida Infante Dom Henrique, 85, Parque de Flamengo, Centro
Ter à Sex, das 12h às 18h; Sáb, Dom e Feriados, das 12h às 19h
Entrada: R$ 12,00
Até 12 de Maio.
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sábado, 13 de abril de 2013

"Ajeito as nuvens no olho..."

The Penitent Magdalene (detail), Jusepe de Ribera, 1611
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Desculpe a delicadeza.
Meu olho tem aguamentos.
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Manoel de Barros, in: O Livros das Ignorãças.
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domingo, 7 de abril de 2013

"livre de ser ainda como e quando..."

Moonlight, Wharfedale, John Atkinson Grimshaw, 1871
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Como todos os homens, sou inacabado.
Jamais termino de ser.
Após a noite breve um longo amanhecer
me detém no umbral do dia. 
Perco o que ganho no sonho e no desejo
quando a mim mesmo me acrescento.
Toda vez que me somo, subtraio-me,
uma porção levada pelo vento.
Incompleto no dia inacabado,
livre de ser ainda como e quando,
sigo a marcha das plantas e das estrelas.
E o que me falta e sobra é o meu contentamento.
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Lêdo Ivo.
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sábado, 30 de março de 2013

Música para curar a alma: Wolfgang Amadeus Mozart

Concerto for Flute, Harp and Orchestra, in C Major, K.299.
Naoko Yoshino (harpa), Samuel Coles (flauta) e Orquestra de Câmara Inglesa, com a condução de Yehudi Menuhin.
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domingo, 24 de março de 2013

"pode ser que em prosa ela floresça ainda, sob tanta metáfora..."

Choosing, George Frederic Watts, 1864
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Procura a rosa.
Onde ela estiver
estás tu fora
de ti. Procura-a em prosa, pode ser
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que em prosa ela floresça
ainda, sob tanta
metáfora; pode ser, e que quando
nela te vires te reconheças
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como diante de uma infância
inicial não embaciada
de nenhuma palavra
e nenhuma lembrança.
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Talvez possas então
escrever sem porquê,
evidência de novo da Razão
e passagem para o que não se vê.
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Manuel António Pina. 
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quarta-feira, 20 de março de 2013

"submergir em sua existência, que por não ser nossa é por isso mesmo mais leve..."

California Kiss, Elliott Erwitt, 1955
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"Quando alguém está enamorado ou, mais precisamente, quando uma mulher está e além disso é no começo e o enamoramento ainda possui o atrativo da revelação, em geral somos capazes de nos interessar por qualquer assunto que interesse ou do qual nos  fale quem amamos. Não só de fingir interesse para agradá-lo ou para conquistá-lo ou para marcar nossa frágil posição, mas também para prestar verdadeira atenção e nos deixar contagiar de verdade pelo que quer que ele sinta e transmita, entusiasmo, aversão, simpatia, temor, preocupação ou até obsessão (...). De repente  nos apaixonam coisas a que jamais havíamos dedicado um pensamento, pegamos insuspeitas manias, prestamos atenção em detalhes que tinham nos passado despercebidos e que nossa percepção teria continuado omitindo até o fim dos nossos dias, centramos nossas energias em questões que só nos afetam vicariamente ou por feitiço ou por contaminação, como se decidíssemos viver numa tela ou num cenário ou no interior de um romance, num mundo alheio de ficção que nos absorve e distrai mais do que nosso mundo real, o qual deixamos temporariamente suspenso ou em segundo lugar, e de passagem descansamos dele (nada tão tentador como se entregar a outro, mesmo que só com a imaginação, e fazer nossos seus problemas e submergir em sua existência, que por não ser nossa é por isso mesmo mais leve). Talvez seja excessivo expressar a coisa assim, mas nós nos colocamos inicialmente a serviço de quem cismamos querer, ou pelo menos à sua disposição, e a maioria de nós faz isso sem malícia, isto é, ignorando que chegará um dia, se nos fortalecermos e nos sentirmos firmes, em que ele olhará desiludido e perplexo para nós ao verificar que na realidade não damos importância ao que antes nos suscitava emoção, que nos aborrece o que está nos contando, sem que ele tenha variado de temas nem que estes tenham perdido interesse. Será só que deixamos de nos esforçar em nosso entusiasmado amor inaugural, não que fingíssemos e fôssemos falsas desde o primeiro instante. Com Leopoldo nunca ouve um ápice desse esforço, porque tampouco houve um desse voluntarioso e ingênuo e incondicional amor (...)"
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Javier Marías, in: Enamoramentos.
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domingo, 17 de março de 2013

Retrato do artista enquanto sujeito: Simone Weil

Simone Adolphine Weil, filósofa e escritora francesa (1909-1943)
Imagem extraída do documentário "An Encounter With Simone Weil", dir. Julia Haslett
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"le seul organe de contacte avec l'existence est l'acceptation, l'amour..."
S.W.
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sábado, 2 de março de 2013

A sagração da primavera...

Le Sacre Du Printemps, Pina Bausch, © Maarten Vanden Abeele
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"Eu me banho, nutro-me da vida melhor e mais fina, pois nada é bom demais para me preparar para o instante dessa nova estação. Quero os melhores óleos e perfumes, quero a vida da melhor espécie, quero as esperas as mais delicadas (...) quero a quebra de minha carne em espírito e do espírito se quebrando em carne (...) tudo o que secretamente me adestrará para aqueles primeiros momentos que virão. Iniciada, pressinto a mudança de estação. E desejo a vida mais cheia de um fruto enorme. Dentro desse fruto que em mim se prepara (...) há lugar para a mais leve das insônias que é a minha sabedoria de bicho acordado: um véu de alerteza, esperta apenas o bastante para apenas pressentir. Que eu não esqueça, nessa minha fina luta travada, que o mais difícil de se entender é a alegria. Que eu não esqueça que a subida mais escarpada, e mais à mercê dos ventos, é sorrir de alegria." 
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Clarice Lispector, in: A Descoberta do Mundo.
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Agenda: Adriana Varejão, William Kentridge e XXI Filmes Franceses Contemporâneos

Drawing from Stereoscope, William Kentridge, 1998-99
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Última chamada para conferir a exposição "William Kentridge: fortuna". O público tem até o próximo domingo para ver os 38 desenhos, 184 gravuras, 10 esculturas, 27 filmes e animações, além de seis séries inéditas.
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William Kentridge é sul africano e um dos maiores animadores em atividade. Entre os destaques da mostra, realizada pela parceria entre o Instituto Moreira Salles, a Fundação Iberê Camargo e a Pinacoteca de São Paulo, estão os dez filmes da série Drawings for Projection. Do Rio a exposição segue para Porto Alegre e São Paulo.
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Drawing for the film Sobriety, Obesity & Growing Old, (Her Absence Filled the World), William Kentridge, 1991
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History of the Main Complaint, William Kentridge, 1996
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Drawing for the film Felix in Exile, William Kentridge, 1994
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Drawing for the film Monument (Harry, Close Up of Head and Load), William Kentridge, 1990
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 Cambio, William Kentridge, 1999
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A Poem I used to Know, William Kentridge, 2012
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Exposição William Kentridge: fortuna
Instituto Moreira Salles

Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
Ter à Dom, das 11h às 20h
De 24 de Outubro de 2012 à 17 de Fevereiro de 2013
Entrada franca.

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Ervas Daninhas, Alain Resnais, 1999
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A mostra "XXI Filmes Franceses Contemporâneos - 2ª edição", começa a partir do dia 19,  na Caixa Cultural, reunindo clássicos e produções recentes, bem como filmes de pouca ou quase nenhuma circulação no país.
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Programação:
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Terça-feira - 19/02
15h A filha do juiz, de William Karel (França, 2006, 90min, digital, 14 anos)
17h – Encontros para a conquista, de Euzhan Palcy (França, 1994/2006, 57min, digital, 14 anos)
19h – Comédia do poder, de Claude Chabrol (França/Alemanha, 2005, 110min, 35mm, 10 anos)
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Quarta-feira - 20/02
15h – Claude Lévi-Strauss por ele mesmo, de Annie Chevallay e Pierre-André Boutang (França, 2008, 93 min, digital, 14 anos)
17h – A força de olhar o amanhã, de Euzhan Palcy  (França, 1994/2006, 52min, digital, 14 anos).
19h – Crônica da inocência, de Raoul Ruiz (Franca, 2001, 100min, 35mm, 16 anos)
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Quinta-feira - 21/02
15h – A Travessia, de Elizabeth Leuvrey (França, 2006, 55 min, digital, 14 anos)
17h – Percursos de dissidentes, de Euzhan Palcy (França, 2006, 88 min, digital, 14 anos)
19h – A Riviera não é aqui, de Dany Boon (França, 2008, 106min, digital, 12 anos)
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Sexta-feira - 22/02
15h – Crônica da inocência, de Raoul Ruiz (Franca, 2001, 100min, 35mm, 16 anos)
17h – 7 anos, de Jean-Pascal Hattu (França, 2007, 86min, digital, 16 anos)
19h – Intocáveis, de Eric Toledano e Olivier Nakache (França, 2011, 112min, 35mm, 14 anos)
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Sábado - 23/02
15h – A comédia do poder, de Claude Chabrol (França/Alemanha, 2005, 110min, 35mm, 10 anos)
17h – A professora de piano, de Michael Haneke (França/Áustria, 2001, 131min, digital, 18 anos)
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Domingo - 24/02
15h – A outra, de Patrick-Mario Bernard e Pierre Trividic (França, 2009, 97 min, digital, 14 anos)
17h – O escafandro e a borboleta, de Julian Schnabel (França/EUA, 2007, 112min, digital, 10 anos)
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Terça-feira - 26/02
15h – Percursos de dissidentes, de Euzhan Palcy (França, 2006, 88 min, digital, 14 anos)
17h – A travessia, de Elizabeth Leuvrey (França, 2006, 55 min, digital, 14 anos)
19h – O tempo que resta, de François Ozon (França, 2005, 85min, 35mm, 16 anos)
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Quarta-feira - 27/02
15h – Encontros para a conquista, de Euzhan Palcy (França, 1994/2006, 57min, digital, 14 anos)
17h – A filha do juiz, de William Karel (França, 2006, 90min, digital, 14 anos)
19h – Film socialisme, de Jean-Luc Godard (França, 2008, 102 min, 35mm, 14 anos)
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Quinta-feira - 28/02
15h – A outra, de Patrick-Mario Bernard, Pierre Trividic (França, 2009, 97 min, digital, 14 anos)
17h – A força de olhar o amanhã, de Euzhan Palcy (França, 1994/2006, 52min, digital, 14 anos).
19h – As neves do Kilimanjaro, de Robert Guédiguian (França, 2011, 90min, 35mm, 12 anos)
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Sexta-feira - 01/03
15h – O escafandro e a borboleta, de Julian Schnabel (França/EUA, 2007, 112min, digital, 10 anos)
17h – Claude Lévi-Strauss por ele mesmo, de Annie Chevallay, Pierre-André Boutang (França, 2008, 93 min, digital, 14 anos)
19h – Ervas daninhas, de Alain Resnais (França, 2009, 104min, 35mm, 10 anos)
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Sábado - 02/03
15h – E se vivêssemos todos juntos, de Stéphane Robelin (França, 2012, 96min, 35mm, 14 anos)
17h – Os infiéis, de Alexandre Courtès, Emmanuelle Bercot, Eric Lartigau, Fred Cavayé (França, 2011, 119min, 35mm, 16 anos)
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Domingo - 03/03
15h – O pequeno Nicolau, de Laurent Tirard (França, 2008, 90min, 35mm, livre)
17h – A professora de piano, de Michael Haneke (França/Áustria, 2001, 131min, digital, 18 anos)
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Mostra "XXI Filmes Franceses Contemporâneos – 2ª edição"
Caixa Cultural - Cinemas 1 e 2
Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô: Estação Carioca)
Ter à Dom, das 10h às 20h.
De 19 de Fevereiro à 03 de Março de 2013
Ingressos: R$ 4,00. 
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Prato Mestiça, com Adriana Varejão em primeiro plano, 2012
foto Leonardo Aversa
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O Museu de Arte Moderna exibe desde o último dia 17, a exposição "Adriana Varejão – Histórias às Margens". Trata-se da primeira e mais importante retrospectiva de trabalhos da artista na cidade. Adriana que nasceu no Rio, tem peças expostas em acervos importantes como o do Museu Guggenheim, de Nova York e a Tate Modern, de Londres. Além de 42 obras produzidas ao longo de 20 anos (metade delas nunca expostas no Brasil), foram criados três trabalhos especialmente para a mostra: o quadro “Panorama da Bahia de Guanabara”, um prato oriental que é a continuidade da série “Terra Incógnita”, de 1992 e um painel de 18 metros intitulado "Carnívoras"
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Mãe d'Água, Adriana Varejão, 2009
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Ama Divers, Adriana Varejão, 2011
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Prato com Mexilhões, Adriana Varejão, 2011
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O Selvagem, Adriana Varejão, 2011
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 Ruína de Charque Caruaru, Adriana Varejão, 2000
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 Irezumi em Ponta de Diamante, Adriana Varejão, 1997
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Carnívoras (detalhe), Adriana Varejão, 2012
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Figura de Convite, Adriana Varejão, 1997
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Varejão Acadêmico, Musas, Adriana Varejão, 1997
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Exposição: Adriana Varejão – Histórias às Margens
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
Av. infante Don Henrique, 85, Parque do Flamengo
Ter à Sex, das 12h às 18h - Sáb, Dom e Feriados, das 12h às 19h
De 17 de Janeiro à 10 de Março de 2013
Ingresso: R$ 12,00.
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